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Errar é humano


Projeto iniciado em: 2007 - Restaurado em 2010 - Todos os direitos reservados
Página do Projeto Social "Formiguinhas do Vale" uma O.S.C.I.P. sem fins lucrativos
Protocolizado sob o nº. 27.616 em 04/12/2009 e registrado em micro-filme sob o nº. 18.112 em 15/12/2009 - 1º Cartório Registro SJC

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Errar é humano...
Para falar verdade, a vida é algo complicado, não acham?

Nem tudo o que fazemos é o correto.

No entanto, sofremos as consequências dos nossos atos e, por vezes, nada podemos fazer para remediar o passado.
O que farias se pudesses mudar o passado?
– Perguntaram a Sara uma vez, ao que ela respondeu –
Sabes bem o que eu mudaria, mudaria tudo.
Neste momento, muitos de vós estão a questionar-se acerca da misteriosa Sara… posso simplesmente dizer que é uma amiga.
De resto não interessa para o conteúdo da crônica. Posso-vos também dizer que é próxima e que, neste momento precisa de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Longe de tudo e de todos, isolada num mundo só seu. Sara… culpa-se por tudo e nada pode fazer.
Por alguns momentos, pode-nos passar pela cabeça que o mundo é simplesmente uma esfera e que somos apenas uma parte insignificante na vastidão do infinito, sem voz para gritar os medos e ansiedades e sem coragem para sair da inércia em que vivemos enclausurados.
Nunca te sentiste assim? Fechado numa jaula, onde a porta está aberta, mas não sais. Nada te impede de fazê-lo, mas tu simplesmente não sais. Sem motivos… limitas-te a fitar a porta do infinito com olhos vazios, sem expressão. Como se o teu corpo não tivesse alma. Como se nada de humano se encontrasse dentro de ti. Estás para além da realidade… para além do mundo… para além dos teus próprios sonhos... Mas sozinho sempre sozinho entre a multidão como se de um circo de feras se tratasse. Sara limita-se a observar o tempo e a ver os dias a avançarem para os outros, mas para ela ainda se encontra naquele dia de há cerca de um ano atrás, quando tudo começou … o pesadelo de Sara.
A saudade é a maior prova que o passado valeu a pena. Ela sofre por um passado que não esqueceu, por um amor que perdeu, por alguém que deseja mais do que tudo, mais do que o mundo.
Para Sara, o mundo sem ele não passa de algo vazio, a preto-e-branco ainda nos anos sessenta onde a imagem tremelicava, tal como os seus olhos marejados de lágrimas. A realidade treme… dói e acima de tudo revolta. Mas quando a tristeza é mais profunda que a dor e nos apercebemos que chorar já não vale a pena temos que fazer uma escolha. Ou se luta pelo que se quer ou abandona-se o mundo em que não se é feliz. Se escolheres sair da jaula e lutares pelo que realmente interessa, o único risco que corres é o de seres feliz. Porque mesmo que as coisas não corram como esperavas podes sempre encontrar a nova razão para viver, uma nova forma de seres feliz e de amar.
Por outro lado, se escolhes viver enclausurado, a jaula só se torna cada vez mais pequena até ao ponto em que falta o ar para respirar. Sentes-te sufocado e a agonia torna-se maior do que aquilo que podes suportar.
Deixo aqui a minha ajuda a Sara, sendo esta parte do seu sofrido e desesperado desabafo.

E vocês?
O que faziam?

Deixavam a jaula ou mantinham-se enclausurados?
Continuem a escrever e sejam felizes, porque errar é humano e todos merecem uma segunda oportunidade, uma porta de saída.

BC & S